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Em alto e prejudicial som

Som alto pode ser uma delícia, mas também pode ser um atentado violento aos ouvidos.

Isso é de enlouquecer

O mundo anda cada vez mais barulhento. É barulho de conversa no trabalho, barulho de carros e pessoas na rua, barulho de TV e música em casa, barulho de festa na casa do vizinho… Barulho em todo lugar. É de enlouquecer!

Os princípios malefícios à saúde são causados quando o som em volume alto se estende por toda a noite, inclusive interrompendo o sono. Você acorda, o coração bate mais rápido, a pressão sanguínea sobe e são liberados hormônios de stress. Afinal, a audição é o único sentido que não para de funcionar enquanto “roncamos”. Mesmo dormindo nossos ouvidos continuam monitorando o ambiente em que estamos para identificar possíveis perigos.

Ai que stress!

A ultraexposição ao barulho é lenta e gradual, por isso não notamos as consequências indiretas para a nossa saúde. A resposta imediata do corpo ao deparar com um ambiente barulhento é a liberação de substâncias como adrenalina e noradrelina, que regulam a pressão arterial. Em outras palavras, excesso de barulho pode levar à hipertensão, dor de cabeça, insônia, dificuldade de concentração, lapsos de memória e dores de estômago, como queimação e gastrite.

O que? Heim?

O som gera sensações diferentes em cada pessoa, pois depende das referências individuais que temos para interpretá-lo.

A questão é que ruídos altos sempre fazem mal a saúde. Independentemente de estarmos acostumados a eles ou não, eles danificam as células responsáveis pela audição. Ronco de motos, de caminhão, buzina, rádio ligado, celular tocando… é difícil que tantos sons produzidos ao mesmo tempo passem despercebidos. Se forem em volume alto então, com certeza serão prejudiciais.

E não podemos nos esquecer de que o malefício mais direto do excesso de barulho é a perda auditiva.

A diminuição da capacidade auditiva é um processo quase invisível. Não é como perder a visão que incomoda incessantemente e de maneira direta. Os primeiros sintomas são zumbidos e dores de cabeça, mas geralmente as pessoas continuam ouvindo, sem entender completamente cada detalhe do que se passa.

Ao realizar leituras labiais e interpretações do contexto, as pessoas acabam negligenciando inconscientemente a audição debilitada. Quando o incômodo vier, pode ser tarde demais.

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