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PESO EMOCIONAL

“Quer perder os quilos a mais? Feche a boca e pratique exercícios físicos e basta!” Quantas vezes você já ouviu isso? Provavelmente muitas… Porém, o problema não é bem assim. O acúmulo de gordura, as emoções e o ato de comer estão totalmente interligados. Isso ocorre pela ação de dois neurotransmissores (dopamina e serotonina)  que agem diretamente sobre as emoções e o humor desregulando o apetite. De forma mais simples, as emoções podem agir de determinadas maneiras, sendo elas:

* nos impulsionando a comer, na tentativa de sanar a angústia.

* diminuindo nosso prazer e principalmente vontade de praticar exercícios físicos.

* quando estamos deprimidos temos maior probabilidade de nos empanturrarmos de certos alimentos, como por exemplo mais clássico o chocolate.

* pode provocar um acúmulo excessivo de gordura, como por exemplo em casos de estresse.

Perder ou ganhar peso não é só questão de vontade, depende muito de nossos momentos, tanto os de alegria  como o de angústias… A seguir algumas dicas para solucionar algumas de nossas dúvidas e claro tirar um pouco de culpa das nossas costas, ufa!

Como saber se estou ganhando ou perdendo quilos emocionais?

A verdade é que toda pessoa em algum momento da vida já perdeu ou ganhou peso por razões emocionais. Seja por enfrentar fazes, de ansiedade, tédio, angústia. É preciso descobrir e buscar soluções para determinados casos e não aceitar os quilos a mais. Não importa fazer regime se você não busca resolver seus problemas emocionais antes.

Porque comer traz tanto prazer?

A ansiedade é o principal fator para o ganho de peso. Comer traz calma, tanto psicológica, como fisiológica. Os hormônios de saciedade dão sensação de bem-estar no momento em que sentimos a glicemia aumentar.

Afinal, porque é tão difícil se livrar dos quilos emocionais?

Por preencherem uma falha, uma carência, certas feridas, por nos liberarem emocionalmente. Por isso é difícil abrir mão. É preciso ter noção que foi a emoção que deu origem a isso e conseguir seguir metas para solucionar tais problemas.

O que se pode fazer para comer menos quando se está com ansiedade?

Tudo aquilo que ajude a diminuir a ansiedade, como por exemplo: esportes, relaxamentos e atividades criativas. Outra boa sugestão é manter um convívio social maior. Desabafar com alguém próximo e de confiança é uma ótima atitude e faz muito bem. Se esta ansiedade tem relação com seu modo de vida, com o trabalho ou com certos relacionamentos é importante fazer mudanças para que possa se sentir melhor. É importante buscar soluções para as situações  e dos sentimentos que te incomodam. Não adianta se condenar e ganhar peso para sempre, você não deve se castigar tanto assim. Faça as pazes com o bem estar. Permita-se viver bem e melhor.

IIIIIIIII, BATEU AQUELA FOME. O QUE FAÇO?

Vontade açúcar? – Ao invés de se encher de chocolate, faça a ingestão de uma fruta, um laticínio ou uma barra de proteínas. Você está necessitando de serotonina e glicose, não de calorias. Se preferir: beije seu namorado, mergulhe em um romance, planeje alguma viagem. Ou, entre em uma situação de estresse para liberar no sangue via adrenalina, o açúcar. Faça algo que ajude a elevar sua adrenalina. Assuste-se! Uma ligação para a sogra pode entrar nesta lista. Brincadeira a parte, o importante é que enfrente a fome de açúcar com uma emoção forte que possa te aliviar.

Vontade de prazer? – Sabendo que as primeiras mordidas são as melhores, se dê ao prazer de apenas saboreá-las. Basta um pouco para satisfazer, acredite! Em outro caso, é melhor desviar a atenção para outra atividade, como por exemplo, sair de casa, fazer um passeio, telefonar para alguém, ou simplesmente namorar. Quer coisa melhor?!

Vontade de colocar alguma coisa na boca? – Troque essa compulsão oral por outra. Beije na boca, dê e receba carinho. Converse, cante, ouça música. Ative o sistema sensorial. Busque outros modos de satisfazer as necessidades orais.

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